Dicas de Leitura - Especial A Cabana





A Cabana (William P. Young)

Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allen: sua filha mais nova Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa velha cabana.

Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado torpor, ausência e raiva que, mesmo após três anos do desaparecimento da menina, insiste em não diminuir.

Um dia, porém, ele recebe um estranho bilhete, aparentemente assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana abandonada. Cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo. O que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo cruel e injusto, A Cabana levanta um questinamento atemporal: se Deus é tão poderoso, porque não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de maneira tão profunda como aconteceu com ele.

É uma história comovente, repleta de emoção, que traz uma mensagem de amor, ternura e gratidão!
Eu adorei esse livro, é simplesmente transformador!





O Futuro da Humanidade

Primeiro romance do psiquiatra Augusto Cury, O Futuro da Humanidade oferece uma rara oportunidade de repensar a sociedade e o rumo de nossas vidas. Com mais de 1,5 milhão de livros vendidos no Brasil, Cury nos presenteia com uma saborosa ficção que ilustra os ensinamentos presentes em seus livros e se apoia na sua vasta experiência profissional.

O Futuro da Humanidade conta a trajetória de Marco Polo, um jovem estudante de medicina de espírito livre e aventureiro como o do navegador veneziano do século XIII, em quem seu pai se inspirou ao escolher seu nome.

Ao entrar na faculdade cheio de sonhos e expectativas, Marco Polo se vê diante de uma realidade dura e fria: a falta de respeito e sensibilidade dos professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são marginalizados e tratados como se não tivessem identidade.

Indignado, o jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os pacientes com problemas psiquiátricos merecem mais atenção, respeito e dedicação – e menos remédios. Acreditando na força do diálogo e da psicologia, ele acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos corações das pessoas com quem convive.

Uma história de esperança e de luta contra as injustiças, este livro é a saga de um desbravador de sonhos, de um poeta da vida, de um homem disposto a correr todos os riscos em nome daquilo que ama e acredita.


Vale muito a pena ler esse livro, é comovente e inspirador, eu adorei!
Gostei mais ainda porque foi presente da minha irmã!



A Princesinha


Aos dez anos de idade, Sara Crewe não era realmente uma princesa. Mas parecia-se com uma no dia em que veio com seu pai, da Índia, para começar seus estudos numa escola interna em Londres. Pai e filha saem juntos pelas ruas inglesas comprando lindas roupas, livros e pequenos presentes para a "senhoritazinha", como seu pai gostava de chamá-la. Passam por várias vitrines até encontrarem Emily, a esplêndida boneca com quem Sara sempre tinha sonhado.

No colégio, Sara tinha ainda um pônei e uma empregada francesa. Com todos esses cuidados e luxo, Sara nunca foi uma menina arrogante. Pelo contrário, era generosa e adorava brincar de "faz-de-conta", levando, com suas histórias, as colegas a reinos fantásticos com sereias e princesas de verdade.

De um momento para outro, ocorre uma terrível tragédia. Sara fica sem nenhum dinheiro e esquecida por todos. Ela tem que vestir roupas velhas e apertadas, passa fome e frio e começa a trabalhar para ter onde dormir. Seu maior consolo, nesses dias de penúria, é a sua imaginação. O "faz-de-conta" a sustenta, e ela se imagina como uma princesa prisioneira, conseguindo manter seu orgulho infantil e sua generosidade, mesmo nos momentos mais dramáticos.

O final é inesperado. E feliz. Envolve um macaquinho, um senhor indiano e minas de diamantes.

Em A princesinha, a autora Frances Hodgson Burnett revela não apenas a importância da imaginação infantil, mas a beleza de um caráter firme e inteligente.


Seu estilo é envolvente e irônico.
Essa é uma história que cativa e emociona!



Contos de Cantuária

Mais um livro que li e amei! Os Contos de Cantuária, precisei ler na época da Faculdade para fazer um trabalho escrito e uma peça teatral na disciplina de Literatura Inglesa. Foi muito difícil de encontrar esse livro, meu marido é que encontrou em um sebo e me presenteou, o livro hoje é uma relíquia, uma grande recordação!

Os Contos de Cantuária tem, como ponto de partida, uma romaria que vinte e nove peregrinos, aos quais se associa ao próprio Chaucer, fazem juntos à cidade de Cantuária, para uma visita piedosa ao túmulo de Santo Tomás Becket. O Albergueiro do "Tabardo", a estalagem ao sul de Londres onde pernoitam, sugere-lhes que, para se distraírem na viagem, cada qual conte duas histórias na ida e duas na volta, prometendo ao melhor narrador um jantar como prêmio.

São essas histórias, juntamente com os elos de ligação entre uma e outra, mas o Prólogo Geral em que os romeiros são apresentados um a um, que constituem o livro em sua essência.

Se Chaucer tivesse sido fiel a seu plano, a obra deveria conter nada mais nada menos que cento e vinte histórias.

 Meu grupo precisou ler "O Conto do Padre e da Freira", para encenar uma peça teatral, foi muito  divertido todos gostaram e obtivemos nota máxima!

Tenho muita saudade da época em que fiz faculdade! Foi muito difícil, mas valeu a pena cada dia que estive lá, aproveitei todas as aulas com enorme prazer e afinco!

Valeu a pena todo meu esforço!


Contos presentes no livro:

O Conto do Cavaleiro
O Conto do Moleiro
O Conto do Feitor
O Conto do Cozinheiro
O Conto do Magistrado
O Conto do Homem-do-Mar
O Conto da Prioresa
O Conto de Chaucer sobre Sir Topázio
O Conto de Chaucer sobre Melibeu (excertos)
O Conto do Monge
O Conto do Padre e da Freira
O Conto da Mulher de Bath
O Conto do Frade
O Conto do Beleguim
O Conto do Estudante
O Conto do Mercador
O Conto do Escudeiro
O Conto do Proprietário de Terras
O Conto do Médico
O Conto do Vendedor de Indulgências
O Conto da Outra Freira
O Conto do Criado do Cônego
O Conto do Provedor
O Conto do Pároco



Os Sofrimentos do Jovem Werther

Os Sofrimentos do Jovem Werther (1774) é um romance de Johann Wolfgang Von Goethe. Marco inicial do romantismo, considerado por muitos como uma obra-prima da literatura mundial, é uma das primeiras obras do autor, de tom autobiográfico - ainda que Goethe tenha cuidado para que nomes e lugares fossem trocados e, naturalmente, algumas partes fictícias acrescentadas, como o final.

Werther é marcado por uma paixão profunda, tempestuosa e desditosa, ou seja, marcada pelo fim trágico. Com o suicídio do protagonista, devido ao amor aparentemente não correspondido, J. W. Goethe põe um pouco de sua vida na obra, pois ele também vivera um amor não correspondido, apesar de, evidentemente, não ter cometido o ato de se matar. Para o herói, a vida só tem um sentido: Charlotte. E ela o leva à morte, como já dito. Para Goethe, outra Charlotte, dessa vez real, o faria padecer sobre uma das muitas paixões que arrecadou durante sua vida.


Também gostei muito desse livro, é sem dúvida uma história de um amor arrebatador, dilacerante!





O Apanhador no Campo de Centeio


Também precisei ler esse livro para fazer uma prova de Literatura Norte Americana na Faculdade! Gostei muito!

O apanhador no campo de centeio é um romance do escritor americano Jerome David Salinger, que narra um fim-de-semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 12 anos vindo de uma família abastada de Nova Iorque. Holden, estudante de um reputado internato para rapazes, volta para casa mais cedo no inverno, depois de ter recebido más notas em quase todas as matérias e ter sido expulso da escola.

No regresso a casa, decide fazer um périplo, adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a sua curta vida, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta definir alguma diretriz para seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para si, como um professor, uma antiga namorada, a sua irmãzinha, e tenta explicar-lhes a confusão que passa pela sua cabeça.

Este livro (1951) foi também um dos responsáveis por criar a cultura-jovem, pois na época em que foi escrito a adolescência era apenas considerada uma passagem entre a Infância e a fase adulta, que não tinha importância. Esse livro mostrou a importância da adolescência, e como os adolescentes pensam.